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Mouse amarelo facilita a liderança!

Como ser um bom líder lidando com pessoas diferentes?

Discutimos muito sobre questões de comportamentos, metas, resultados, cultura, mindset, autoconhecimento e atitudes. Mas as vezes muitos de nós deixamos de lado o debate de pequenas coisas que passam despercebido por muitos na empresa. Vamos então falar de “mouses amarelos” e qual a oportunidade de descobrimento por parte de Líderes e Gestores.

Sobre liderança

Liderança é a arte de comandar pessoas, atraindo seguidores e influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos. Mas, eis a questão, como gerenciar um grupo de pessoas sem que elas se sintam cobradas demais, ou chateadas com a pressão? Quando falamos em vendas, gerir, motivar e incentivar equipes pode ser um desafio enorme. Pessoal e profissionalmente, liderança significa saber quem você é, o que quer e como traçar planos para atingir seus objetivos, o que exige autoconhecimento como base e ferramentas e conceitos que o ajudem a estruturar seus planos. Segundo o autor Max Gehringer em seu livro “O melhor de Max Gehringer na CBN”, diz que, “Muitas vezes, discordar é sinônimo de teimosia. Mas também pode ser uma demonstração de liderança, criatividade, empreendedorismo e outras palavras em moda hoje em dia. Mas, para quem reclama e não é compreendido, existe um consolo. E ele está em qualquer enciclopédia. É só conferir. Todas as pessoas que se tornaram figuras históricas começaram discordando de alguma coisa,discordar pode significar liderar”. 

Um exemplo de Liderança na prática

Os diferentes — e bons — que se mudem?  Um funcionário sensacional te pede para usar um mouse amarelo, você proíbe só porque é diferente?

O exemplo do mouse amarelo se aplica a gestores, supervisores, enfim, “líderes” em geral que não têm tato para tratar com sua equipe, perdendo-os devido a bobeiras superficiais. O que de fato mudaria para empresa se alguém decidir usar um mouse amarelo? Nada. Mudaria apenas para essa pessoa que deixaria seu espaço com a sua cara. No entanto, sabemos bem que em alguns escritórios isso seria inaceitável.        Muitos gestores não veem apenas como um mouse amarelo, e sim, de maneira simbólica, como um sinal de indisciplina, folga, rebeldia ou quase um vandalismo contra o padrão do mouse preto, já estabelecido e consagrado. Volto a repetir: trata-se apenas da cor do mouse! É só a cor da ferramenta de trabalho! Em situações do tipo, quando se nega algo tão insignificante para um funcionário, é como se a empresa dissesse “aqui você é só um número, não nos importamos se você vai construir laços conosco ou não”. 

O que é ser um bom líder? 

Para ser um bom líder, você precisa valorizar a individualidade de seus funcionários, nos deparamos com líderes de diferentes estilos e crenças. Uns mais eficazes, outros um pouco menos. 

Parece que a situação do mouse amarelo é incomum nas empresas, mas pergunte a si mesmo: quantas coisas pequenas que te deixariam mais motivado a fazer um trabalho melhor e que lhes foram negadas pela empresa? Já vimos o caso de uma equipe de criação que era proibida de usar outros softwares — que em nada mudavam o resultado final da criação e sim acelerava a produção das campanhas — pelo simples fato de ser uma preferência do coordenador. Presenciamos também um diretor chamar a atenção publicamente de uma excelente analista de marketing pelo simples fato de ela usar um pen drive com o formato de um personagem infantil. Fala sério, não? Houve um outro caso de uma gerente de vendas que implicava com o melhor vendedor da empresa, só por que ele fazia algumas anotações para uso próprio a lápis e não a caneta. Sem falar no departamento de engenharia onde as pessoas não podiam chupar bala porque o presidente assim achava melhor. Pense também que  a historinha do mouse amarelo pode ser levada para as ferramentas de produtividade que o departamento ou toda a empresa continua teimando em não se atualizar.  

Por vezes, ser um bom líder é saber se adaptar às mudanças constantes. Como é a reação daquele novo colaborador que foi contratado pela imagem externa que a empresa tem, e quando chega todo motivado já na primeira semana de trabalho leva um choque. Ferramentas obsoletas, dificuldade para encontrar informações, feudos de poder pra todo lado, e o mais difícil de tudo é a cultura que não promove compartilhamento de Informações, novas ideias e a colaboração entre equipes. Voltemos ao mouse amarelo! Pode ter certeza que nestas primeiras semanas destes novos colaboradores, eles terão ideias e sugestões em como melhorar o ambiente de trabalho, baseado em suas próprias vivências anteriores e até dicas de amigos do mercado que estão atuando em empresas mais inovadoras ou  startups. Acredite, não faltam exemplos para ilustrar a implicância com o mouse amarelo. Apesar de parecer coisinhas pequenas e sem importância, tais situações desgastam e desmotivam as pessoas após um tempo. Ser um bom líder é ser flexível — dentro dos limites da empresa, é claro — para deixar sua equipe satisfeita com o emprego, principalmente se ela está comprovadamente entregando resultados. Ser um bom líder não é apenas sobre dar ordens e administrar. 

Abra a mente, o diferente é inovação

Um ambiente agradável é aquele onde temos uma certa liberdade de escolha, o que permite que preservemos nossa singularidade como pessoa e profissional.  Então deixe mudar. Se desapegue dos preceitos que você utiliza a tempos. Olhe sobre outra ótica. Liberdade é Inovação. O diferente é inovação. Inovação é evolução. Expense-on no reembolso de despesas, Jobecam nos processos seletivos e Hubblefy aposentando os emails improdutivos são algumas das dicas que temos pra vocês. E não deixem  um simples Mouse Amarelo mudar seus colaboradores para outras equipes do mercado. Mude suas ferramentas e processos e mantenha seus melhores talentos. Então abram a mente e coloquem Mouses Amarelos.